Abimaq age para recuperar a indústria de óleo e gás

Para debater esse tema e, como parte da contínua defesa da indústria nacional, o Conselho de Óleo e Gás da Abimaq realizou reunião extraordinária, no dia 21 de janeiro, na sede da entidade, com empresas que fornecem para o setor de óleo e gás, a fim de promover um debate para identificar os entraves e buscar soluções junto aos órgãos públicos.

Cerca de 90 representantes de 60 empresas relataram que estão com problemas de atraso nos pagamentos de máquinas já entregues e com a paralisação dos contratos firmados. Segundo eles, a maior parte dos valores devidos em atraso, que giram de R$ 80 mil a R$ 30 milhões, vem de EPCistas, que são os intermediários contratados pela Petrobras para realizar obras e comprar máquinas e equipamentos. Tal fato tem gerado demissões e pedidos de recuperação judicial. “Esse modelo de contratação precisa ser revisto. As contratações de máquinas e equipamentos poderiam ser feitas diretamente pela Petrobras, sem a intermediação de EPCistas, como acontecia anteriormente”, sugeriu Cesar Prata, presidente do Conselho de Óleo e Gás.

As conclusões da reunião, bem como um levantamento das dívidas existentes, estão sendo encaminhadas à Presidência da Petrobras e demais autoridades competentes, consolidadas em um documento com proposições para equacionar os problemas de inadimplência atuais, como também buscar alternativas para impedir o total sucateamento da indústria nacional de bens de capital por não participar dos contratos futuros, que, dependendo da sistemática a ser adotada, pode ser extremamente prejudicial à indústria nacional.

“Nós vamos à Petrobras mostrar que o fornecedor está preocupado com o futuro e como a estatal está agindo para que o problema seja resolvido”, destacou José Velloso, presidente executivo da entidade.

De acordo com Prata, os EPCistas não têm compromisso com Conteúdo Local e nem sempre colocam a indústria nacional em primeiro plano. “Temos o receio de que a Petrobras transforme esses contratos em encomendas fora do país e que isso não dê o resultado que o Brasil precisa, como a geração de empregos e aumento da participação do setor no PIB. Se isso continuar acontecendo, estaremos dando um enorme passo para trás”, declarou.

Fonte: Redação / Assessoria

Diretoria da ABIMAQ – Gestão 2013/2015

No dia 25 de junho de 2013, em São Paulo, realizou-se a eleição para a Diretoria da Câmara Setorial de Válvulas Industriais da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ, para gestão 2013/2015.
Dentre os representantes desta nova diretoria, foi eleito o Sr. José Francisco Mariano, como Vice-presidente.

Mariano Abimaq
As  Câmaras  Setoriais  são  grupos  de fabricantes  nacionais associados à ABIMAQ, segundo  a  natureza,  o  tipo  e  a  aplicação dos  produtos  por eles fabricados, podendo ainda as empresas integrarem uma ou mais Câmaras Setoriais.
Através  das  Câmaras  Setoriais  e  das  Sedes Regionais, as empresas têm oportunidade de conhecer e  participar  ativamente das ações promovidas  pela  ABIMAQ. Por  este  motivo, o trabalho é estratégico para a difusão de novas ideias e conceitos.
O papel das Câmaras Setoriais é o de agregar seus integrantes, seja por suas afinidades ou por seus propósitos e objetivos.  Levar a seus membros  não  só  a  discussão  e a  busca  de soluções  para  problemas  em  comum,  mas principalmente  a  busca  de  oportunidades, sejam de novos negócios,  de mercado ou de desenvolvimento  tecnológico.  Esse  papel  é fundamental para o fortalecimento do setor e  crescimento  das  empresas  associadas, dentro da política da ABIMAQ.
Desejamos sucesso à nova Diretoria.