Micromazza recebe Prêmio Melhores Fornecedores Petrobras 2018

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Em 2017 a Petrobras retomou o programa anual de premiação dos melhores fornecedores, visando reconhecer publicamente o seu melhor parceiro em produtos e serviços. No caso de produtos, consideraram aqueles que melhor lhes atenderam nos quesitos: preço, cumprimento aos prazos de entrega, melhores índices de qualidade e atendimento às especificações técnicas, refletindo em baixas não conformidades na fabricação e no seu sistema de pós-vendas.

Estimulados por essa retomada da Petrobras, iniciamos em 2018 um projeto chamado “Rumo ao Prêmio Petrobras 2018”, que movimentou toda a empresa nesse objetivo.

Em março de 2019 fomos eleitos o MELHOR FORNECEDOR DE VÁLVULAS PARA A PETROBRAS, dentre grandes players mundiais do segmento de Óleo&Gás.

Esse prêmio chegou como um presente para a Micromazza, pois em Abril comemoramos 26 anos de atuação no mercado de válvulas. Este reconhecimento engrandece o trabalho de toda a equipe, que diariamente constrói a história de sucesso com foco em valores éticos, sociais, disciplina, inovação, segurança e respeito à todos.

Nesse momento de alegria, a Micromazza divide essa premiação e agradece aos seus funcionários, fornecedores e parceiros de jornada.

Submarino Riachuelo receberá os últimos equipamentos antes de ser lançado ao mar

O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) prevê a construção de 4 submarinos convencionais S-BR, derivados dos submarinos franceses classe Scorpéne, cujo projeto foi desenvolvido pela empresa estatal francesa DCNS, hoje denominada Naval Group, e construído sob a fiscalização da Marinha do Brasil. Depois dos submarinos convencionais, a  Marinha construirá o primeiro Submarino com Propulsão Nuclear (SN-BR), este já totalmente projetado pela Marinha, através do conhecimento absorvido com a transferência de tecnologia adquirida no projeto dos submarinos convencionais.

O Riachuelo, com propulsão diesel elétrica, é o primeiro dos quatro submarinos que estão sendo construídos simultaneamente na Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas – UFEM/Nuclep, no Rio de Janeiro. Foi transportado para o EBN – Estaleiro e Base Naval da Marinha, em Itaguaí, onde será acabado e lançado ao mar, provavelmente em junho desse ano. Ele está praticamente pronto. O cronograma prevê que o cabeça de classe, o Riachuelo, será lançado ao mar, mas isso não significa que ele será imediatamente transferido ao setor operativo da Marinha do Brasil. Antes, passará por diversos testes de mar que tem por objetivo aferir e certificar os seus sensores, sistemas de combate, etc. O Riachuelo deverá, por exemplo, realizar teste de profundidade máxima e lançar um torpedo. A previsão é para que o Riachuelo seja comissionado ainda em  2018.

Essa nova etapa do PROSUB – projeto de fabricação de submarinos, desmistifica o receio de paralização do projeto por consequência da crise na economia do país, prova a integridade e determinação na condução/gestão da Marinha, como também é um resgate da competência da engenharia brasileira. A finalização do Riachuelo é um marco para a tecnologia brasileira no desenvolvimento de um projeto de tamanha envergadura. O Brasil com essa realização está preste a ser a sétima potência no mundo a ter know how para fabricar submarinos e a terceira nação do mundo a projetar e construir submarinos com propulsão nuclear.

Esse projeto inova não só pelo seu ineditismo tecnológico, mas também pela  construção de uma complexa base de fabricação e operação de submarinos da Marinha visando assegurar a soberania na plataforma continental do Brasil. Além disso, como terceiro objetivo, o projeto apresenta alto índice de nacionalização, exatamente para  desenvolver uma indústria de defesa, visando manter esses equipamentos operando ao longo da sua vida operacional.

A Micromazza entrou de cabeça nesse desafio tecnológico, fornecendo as válvulas mais complexas dos submarinos convencionais e trabalhando fortemente para fornecer as válvulas críticas e não críticas do projeto do submarino de propulsão nuclear, que serão gerenciados pela Marinha e não mais pela Naval Group.

Essa experiência tem sido desafiadora para a Micromazza, não apenas pela complexidade do projeto, mas também, pelo tratamento de segredo militar atribuído. Não podendo deixar de destacar, a obrigação de plena transferência de tecnologia exigida pela Marinha, gerando também a dificuldade nessa absorção, por aspectos mercadológicos futuros, além do desafio da língua e diferença cultural.  Mas, a superação dessas dificuldades, nos enche de orgulho, pois  transcorreu como foi a história da Micromazza nessa trajetória dos 25 anos, com muita luta, garra e vitória.

Fonte: ASCOM Micromazza

Micromazza 25 anos: uma história de sucesso!

O que é a vitória? Vitória é vencer uma batalha, um inimigo, é obter êxito em algum desafio. Mas não se deve pensar na vitória como um grande triunfo na vida, algo que apenas se vive uma vez, como um grande feito.
Diariamente, nós enfrentamos desafios, diariamente nós vencemos batalhas. A vitória pode se obter com pequenas conquistas diárias. E cada vitória tem o tamanho do seu desafio.
A história da Micromazza começou há 25 anos atrás, no dia 01 de abril de 1993. E no último dia 28 de abril foi escrita mais página nesse livro de memórias. A empresa promoveu uma comemoração especial para celebrar seu vigésimo quinto aniversário.
Durante a festa, fizeram-se presentes autoridades políticas da região, clientes, funcionários, amigos, familiares e demais convidados que de uma maneira ou de outra fizeram parte da história da empresa.
Para dar início à celebração, o Frei Lori fez uma reflexão sobre a construção da história de uma empresa bem como as dificuldades enfrentadas por ela no decorrer do tempo. O Frei deixou uma mensagem de superação, motivação e nos aconselhou a não desistir nunca e persistir em nossos sonhos.
Logos após, foi a vez do presidente, senhor Antônio Camana Filho fazer uso da palavra. Quem o conhece, sabe que não é muito chegado em discursos, porém, emocionou a todos contando sobre sua trajetória de vida pessoal e profissional, os desafios que enfrentou no decorrer dos anos e o apoio constante que teve da família.
Além disso, também foram homenageados os funcionários que completaram 15 e 20 anos de empresa, bem como os clientes mais antigos da área de Microfusão e de Válvulas. Cada funcionário recebeu uma placa comemorativa com sua própria caricatura. Os clientes receberam uma placa com mensagem alusiva a parceria de negócios.
Durante a homenagem aos funcionários, foram exibidos entrevistas e vídeos de familiares falando sobre eles. Foi um momento muito emocionante e especial, em que pudemos perceber o quão importante a empresa foi e ainda é na vida de cada uma dessas pessoas.
Também foi feita uma homenagem à colaboradora e sócia, Ledani Pocai, que é a funcionária que há mais tempo está na empresa, desde agosto de 1993.
Foram exibidos vídeos das empresas que fazem parte do grupo ACF e também uma mensagem do governador do estado do RS, senhor José Ivo Sartori. Foi possível acompanhar o crescimento da empresa no decorrer dos anos, a evolução tecnológica, o constante investimento em infraestrutura e o trabalho de equipe para construir uma história de muito sucesso.
Após finalizado o cerimonial, foi feito um brinde em honra ao aniversário de 25 anos da Micromazza e em seguida foi servido o jantar. A empresa também disponibilizou aos funcionários dois “espelhos mágicos”, onde era possível tirar uma foto e leva-la pra casa como lembrança deste dia tão memorável.
A festa ficou a cargo da banda Brilha Som e seguiu até às 3 horas da madrugada com muita dança e alegria.


Homenagem ao cliente Zegla


Homenagem ao cliente Dearborn


Funcionários homenageados que completaram 20 anos


Funcionários homenageados que completaram 15 anos


Caricatura dos funcionários homenageados no evento


Diretores de empresas do Grupo ACF

Fonte: ASCOM Micromazza

Micromazza capacita operadores de processo e técnicos de manutenção de empresas do Polo Petroquímico de Esteio

Com o objetivo de se aproximar ainda mais dos clientes, oferecendo conhecimento sobre projetos de válvulas e soluções técnicas para planejamento de novas plantas, comercial, engenharia, operação e manutenção de válvulas, a Micromazza decidiu apoiar a montagem de um laboratório de válvulas, na Escola Técnica SENAI de Esteio, que recentemente assumiu a formação técnica dos futuros operadores do Polo Petroquímico de Esteio, atendendo a solicitação da Associação das empresas do Pólo.

Após apoio na instalação e inauguração do laboratório SENAI de válvulas, a Micromazza realizou treinamento para a primeira turma de profissionais das empresas do Polo. Estiveram presentes técnicos operadores de processo e técnicos de manutenção de válvulas, assim como instrutores do SENAI que formarão os futuros técnicos a trabalharem nas atividades/empresas do Polo.

Segundo o gerente de Engenharia José Francisco Mariano, “a estratégia de apoiar o SENAI nessa formação profissional está muito alinhada com a nossa visão de incrementar os produtos e penetração nesse mercado, pois além de divulgar nossos produtos e suas características operacionais, também divulgamos a tecnologia e cuidados que estão por trás da marca Micromazza, sem falar, que o futuro técnico chegará para sua vida profissional no Polo, com sólido conhecimento do produto e da marca Micromazza, carregando esse conhecimento para as diversas outras possíveis áreas de atuação desse técnico na empresa, durante sua vida profissional como: Comercial/Suprimento, Segurança, Engenharia, além de operadores e técnicos de manutenção.”

Fonte: ASCOM Micromazza

Grupo Micromazza – Recuperação de Válvulas

O Grupo Micromazza com a visão de melhor atender os desafios e demandas dos seus clientes, também disponibiliza no seu portfólio de produtos, serviços de recuperação de válvulas de diferentes: padrões construtivos/normativos e classe de pressão, nos tamanhos de 1/2″ CL 150 à 42″ CL1500 / 2500 (API 6D), ou, 2.1/16″ a 7.1/16″ até 15.000psi (API 6A).

Com base em sua experiência como fabricante de válvulas, com engenharia e projetos próprios, com seu processo industrial totalmente verticalizado da matéria prima a pintura final, com fundição própria e com desenvolvimento de vedações resilientes especiais, o Grupo Micromazza apresenta a capacitação técnica e industrial necessária para executar recuperação de válvulas fabricadas ou não pela empresa.

No seu portfólio de produtos, o Grupo Micromazza atende à diferentes padrões normativos e essa amplitude normativa exige a capacitação da empresa em: ampla metrologia de instrumentos de medição e inspeção, bancadas de teste para diferentes tipos e tamanho de produtos, inspetores e engenharia com capacitação para diferentes padrões normativos, entre outros. Essa capacitação permite apresentar serviços de recuperação em um menor tempo e com grande repetibilidade e qualidade, dando oportunidade ao cliente de programar e desenvolver planos de manutenção preventiva e corretiva adequados a sua necessidade.

Grupo Micromazza, inovação, tecnologia e qualidade.

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Micromazza implementa Sala Limpa para Válvula Esfera de uso Criogênico e Oxigênio

A Micromazza fabrica válvulas para uso criogênico e oxigênio. Este tipo de aplicação exige que a válvula esteja isenta de contaminantes que possam ter contato com o fluido e promover reação indesejada ou falhas catastróficas.

Foram desenvolvidos procedimentos com requisitos para limpeza das válvulas e seus componentes, quando suas superfícies são expostas ao fluído; considerando concentração volumétrica igual ou superior a 23,5% de Oxigênio ou ar enriquecido de Oxigênio. Há previsão de utilização da mesma forma, durante partidas para operação ou degelo de um sistemas em forma liquida ou gasosa e serviço com Nitrogênio ou Argônio, em seu uso geral.

As válvulas passam por limpeza de seus componentes antes de sua montagem final, em ambiente controlado, não sendo submetidas a qualquer exposição imprópria para o uso, tais quais elementos que desprendam resíduos, partículas ou fibras, hidrocarbonetos ou ferramentas contaminadas.

Todas as ferramentas, máquinas, suprimentos ou colaboradores que estiverem em contato com os componentes, possuem isolamento/proteção para não inserirem elementos não desejados na válvula.

Os produtos utilizados na limpeza da válvula são homologados. Todos foram testados de forma a garantir a limpeza dos componentes sem a presença de qualquer resíduo. Os possíveis contaminantes presentes no processo são identificados e definidos por grau de tolerância através de ensaios de Inspeção Ultravioleta.

Após limpeza, inspeção dos componentes, montagem e testes, a válvula é embalada seguindo os requisitos de limpeza estabelecidos na norma e tomadas às devidas precauções para assegurar que a mesma fique livre de contaminantes até o momento de sua utilização.

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Fonte: Engenharia / Dpto  P&D Micromazza

Notas de fornecedores do setor de petróleo correm risco, diz Moody’s

Fortes cortes nos investimentos em petróleo e gás por grandes empresas como BHP Billiton vão pesar sobre a avaliação de risco de fornecedores de bens e serviços como Weir Group, ABB e Smiths, disse ontem, segunda-feira, a agência Moody’s.

Na última quarta-feira, a companhia de mineração e energia BHP disse que poderá cortar gastos com perfuração em áreas de xisto nos próximos seis meses, em resposta à forte queda no preços do petróleo e outras commodities.

“O declínio nos investimentos em petróleo e gás, particularmente se ficar mais amplo… será negativo para o crédito de diversas indústrias europeias que fornecem bens de capital para a indústrias de óleo e gás”, disse a Moody’s.

As companhias mais expostas tão fabricantes de válvulas, bombas e vedações como The Weir Group, Smiths Group, Metso Corporation, ABB e Siemens, disse a agência.
Fonte: Folha de São Paulo/DA REUTERS

Controle de Emissões Fugitivas em Válvulas

Começo a escrever este texto com uma frase de efeito que li em um dos artigos que pesquisei sobre emissões fugitivas: “Para assegurar a vida das próximas gerações, é necessário reduzir os poluentes liberados para o meio ambiente.” (revista PETRO&QUÍMICA Maio 2001).
Podemos notar que não é de hoje que se fala em controlar emissões de poluentes para o meio ambiente. É uma preocupação da maioria dos países no mundo, o controle das chamadas “Emissões Fugitivas”, pois além da questão ambiental, estas perdas de produtos podem resultar num custo significativamente alto para as indústrias.
Durante muito tempo houve a busca pelo vazamento zero. Cientificamente, profissionais sérios e bem informados sabem que isso não existe, mesmo com o uso de juntas e gaxetas dos mais diversos materiais e controle nos processos produtivos da rugosidade superficial das partes dos equipamentos que irão vedar, o que se consegue é o controle das emissões, tanto que nas normas construtivas de válvulas industriais, onde não é permitido vazamento o termo utilizado é SVV (Sem Vazamento Visível), pois sabe-se que há um vazamento muito pequeno que visualmente não é possível de se detectar, para isso é necessário o uso de equipamentos especiais, metodologia específica e pessoas qualificadas. O que se busca, na realidade é o controle do vazamento. Em se tratando de vazamento e controle, é necessário ter em mente que se fala em controle em ppm (partes por milhão), ou seja, que dependendo do fluído, um valor em ppm baixo mas que pelas características letais, toxicológicas ou de periculosidade podem causar comprometimento ambiental, riscos pessoais e acidentes sérios. Existem perdas indesejáveis de compostos orgânicos voláteis (em inglês VOC = Volatile Organic Compounds) através de eixos de bombas, compressores e agitadores, hastes de válvulas, válvulas de alívio de pressão, flanges e demais componentes de tubulação, que em condições normais, deveriam ocorrer de forma controlada. Estas perdas são conhecidas como Emissões Fugitivas (Fugitive Emissions).
Estas perdas indesejáveis, que individualmente representam um valor pequeno, quando consideradas no montante existente numa unidade de processo, resultarão numa emissão considerável. De acordo a EPA (Environmental Protection Agency), as Refinarias de Petróleo lançam aproximadamente 246.069 toneladas de Poluentes Orgânicos Voláteis anualmente, sendo que 62.000 toneladas são somente devidas às válvulas.
Os EUA foi o primeiro país a estabelecer um controle efetivo sobre as Emissões Fugitivas através de uma lei federal conhecida como Clean Air Act Amendments (CAA), estabelecida em 1970 pela EPA Agência de Proteção Ambiental dos EUA em conjunto com as indústrias. O CAA estabeleceu a relação dos Poluentes Voláteis Nocivos do Ar (Volatile Hazardous Air Poluents), conhecidos pela sigla VHAP.
A Alemanha tem um regulamento de controle de poluição do ar intitulado “Instruções Técnicas sobre Controle de Qualidade do ar” (Technische Anleitung zur Reinhaltung der Luft) que é comumente referido como TA Luft.
Considerando o ambiente industrial, é sabido que a grande maioria dos agentes poluentes, óxidos de Carbono, Nitrogênio e Enxofre, são provenientes da queima de combustíveis ou da evaporação de hidrocarbonetos. Estas emissões são parte do processo industrial e são sujeitas a controles específicos. O controle de Emissões Fugitivas desempenha também um importante fator na prevenção de acidentes. Os vazamentos não detectados são grande parte das causas dos incêndios e explosões nas indústrias.
Portanto, o estabelecimento de um programa de detecção e reparos dos vazamentos denominado nos EUA de LDAR (Leak Detection and Repair Program) ou Programa de Detecção de Vazamentos e Reparos, pode além de reduzir a poluição e os riscos de acidentes, também trazer benefícios econômicos.
A norma ISO 15848 – partes 1 e 2 – Válvulas Industriais – Procedimentos de medição, Teste e qualificação para emissões fugitivas especifica os procedimentos de teste, para avaliação de vazamento externo das vedações da haste da válvula e juntas de isolamento do corpo de válvulas destinadas para aplicação em poluentes voláteis do ar e líquidos perigosos.
A Micromazza já iniciou estudos para qualificar suas linhas de válvulas para emissões fugitivas atendendo assim as exigências deste mercado que não para de evoluir.

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